Orquídeas do mato? – Tô fora!

Orquídeas na Serra da Aratanha
Orquídeas preservadas em seu ambiente natural.

A Associação Cearense de Orquidófilos condena com veemência a compra de orquídeas retiradas da natureza. A seus associados, a ACEO aconselha a aquisição em bons orquidários comerciais, onde se comercializam plantas saudáveis, de boa qualidade, reproduzidas legalmente, em laboratório.

Se todos resolvessem coletar orquídeas na mata, em breve não haveria mais orquídeas. Nem mata, pois os ecossistemas são frágeis e o desaparecimento de uma espécie pode determinar o fim de todas as demais. A orquidofilia está intimamente associada à causa ecológica e todo cultivador de orquídeas deve ser, acima de tudo, um defensor do meio ambiente. Na ACEO, defender a natureza não é apenas figura de retórica, mas uma prática.

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A ACEO quer se conhecer melhor

Dendrobium phalaenopsis 'Panda'
Dendrobium phalaenopsis, um sucesso no mercado das orquídeas.
Cattleya labiata Lindl.
Cattleya labiata, presença obrigatória em todo orquidário cearense.

A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO) está promovendo uma enquete através da qual procura conhecer melhor o perfil de seus associados. O que cultivamos? Como cultivamos nossas orquídeas? O que queremos para a própria entidade? No total, são 28 questões – algumas delas com desdobramentos – que devem ser respondidas e entregues a qualquer membro da Diretoria.

O formulário foi distribuído na reunião do mês de junho e, igualmente, transmitido por e-mail. As respostas podem ser encaminhadas da mesma forma, para o endereço aceo1977@yahoo.com.br. Já os associados que não quiserem se identificar pelo nome, poderão imprimir uma cópia e entregar as respostas na próxima reunião, marcada para o dia 17 de julho, às 15h30min, na Casa de José de Alencar.

A ACEO espera receber um grande número de formulários preenchidos. Contabilizadas e analisadas, as respostas ajudarão a direcionar futuras ações da entidade, podendo servir também para pautar diversos temas a serem discutidos durante as reuniões mensais.

O desafio é salvar a Cattleya granulosa

Cattleya granulosa
A granulosa é considerada uma das mais belas Cattleyas bifoliadas.
Fixação das orquídeas nas árvores
Todos ajudaram na fixação das orquídeas nas árvores. (Foto SORN)

A Associação Orquidófila do Rio Grande do Norte (SORN) iniciou uma nova e decisiva etapa do projeto que vem desenvolvendo para salvar a Cattleya granulosa. A bela orquídea nordestina, que corre risco de extinção na natureza, por conta da coleta irrefreável e do avanço da especulação imobiliária na região litorânea, estará, a partir de agora, protegida em locais especialmente escolhidos e que apresentam boas condições para seu desenvolvimento.

Na primeira etapa do chamado “Projeto Cattleya granulosa“, uma cápsula de sementes foi enviada a Maria do Rosário, ex-Presidente da OrquidaRio, que providenciou a reprodução no laboratório do Orquidário Quinta do Lago. A semeadura foi um sucesso, obtendo-se algumas centenas de mudas. Agora, com os seedlings desenvolvidos, a SORN buscou instituições sérias e que possuem áreas de bosques protegidas, a fim de nelas disseminar a espécie.

O Colégio Marista de Natal foi o primeiro a responder positivamente ao desafio. Há poucos dias, um lote de granulosas foi levado para lá, tendo os “sorneanos” se desdobrado para fixá-las nas árvores, onde irão crescer protegidas. O próprio Diretor do tradicional colégio participou da empreitada, reforçando o apoio à luta dos orquidófilos potiguares para salvar sua mais bela orquídea.

22 de junho, Dia do Orquidófilo

João Barbosa Rodrigues
João Barbosa Rodrigues (1842 -1909)

Comemora-se hoje – 22 de junho – no Brasil o Dia do Orquidófilo. A escolha dessa data é uma homenagem a João Barbosa Rodrigues, que nasceu a 22 de junho de 1842, em São Gonçalo de Capivari, MG. Engenheiro, naturalista, botânico, taxonomista, Rodrigues foi, durante quase 20 anos, Diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até sua morte, a 6 de março de 1909. Ali conduziu estudos sobre as orquídeas brasileiras, tendo produzido importantes trabalhos, como “Genera et species orchidearum novarum”, em três volumes, e uma “Iconografia das orquídeas”. BaptistoniaCapanemia são exemplos de gêneros nominados por Barbosa Rodrigues. Já a Barbosella é um gênero a ele dedicado.

Veja a exposição de orquídeas que a ACEO preparou, na Casa de José de Alencar, para celebrar a data.

Atenção assinantes: ao receberem, por e-mail, as mensagens deste site, vocês podem retornar à página eletrônica da ACEO – www.orquidofilos.com – onde terão oportunidade de conferir, além desta, outras matérias já postadas. Cada vez que se abre uma página, surge, na moldura do lado direito, uma foto diferente de orquídea – já percebeu?

Exposição marca a passagem do Dia do Orquidófilo

Orquídeas na Casa de José de Alencar
Espécies variadas, todas elas cultivadas em Fortaleza ou nas proximidades.
Mais orquídeas na Casa de José de Alencar
Entre os híbridos, um espaço para a Cattleya labiata cearense.
Arranjo de orquídeas na Casa de José de Alencar
Sob o lema da ACEO: "O cultivo de orquídeas como celebração do amor à natureza"

A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO) promoveu, nos dias 19 e 20 de junho, exposição de orquídeas nos jardins da Casa de José de Alencar, em Fortaleza. O evento marcou a passagem do Dia do Orquidófilo, comemorado no Brasil a 22 de junho. No sábado, realizou-se também a reunião mensal da ACEO, que, desta feita, foi enriquecida com uma palestra sobre tutoramento de orquídeas. O tema suscitou grande interesse, devendo ser retomado na reunião de julho, que acontecerá dia 17.

Não faltaram, no final do encontro, os sorteios de plantas (uma Cattleya amethystoglossa, uma Brassolaeliocatteya e uma Phalaenopsis florida), com as quais a ACEO distinguiu os associados presentes, os aniversariantes do mês e os que levaram orquídeas para a exposição. Seguiu-se confraternização, com direito a bolo, salgadinhos e refrigerantes, fartamente servidos sob os cajueiros da Casa de José de Alencar.

Durante todo o dia de sábado e manhã do domingo, a mostra de orquídeas permaneceu aberta, criando na CJA um ambiente de descontração, em que os associados presentes puderam conversar com os visitantes, respondendo às indagações e tirando dúvidas daqueles que pretendem cultivar ou já possuem em casa alguns vasos daquelas flores. Paralelamente, funcionou uma feirinha onde foram vendidas orquídeas e implementos para seu cultivo, além de outras plantas ornamentais. Destaque para a exposição e comercialização de adenium, a chamada “flor do deserto”, que começa a ser produzida no Ceará pela orquidófila Vera Coelho, vice-presidente da ACEO.

Fim de semana com orquídeas na Casa de José de Alencar

A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO) promove, nos dias 19 e 20 de junho, exposição de orquídeas nos jardins da Casa de José de Alencar, em Fortaleza. O evento marca o Dia do Orquidófilo, comemorado no Brasil a 22 de junho. Essa é a data de nascimento (em 1842) do botânico Barbosa Rodrigues, que dirigiu o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e foi um dos pioneiros nas pesquisas com orquidáceas em nosso País.

A exposição na CJA, por todo o dia de sábado e a manhã do domingo, incluirá dezenas de espécies de orquídeas, revelando a imensa variedade dessas flores. Membros da ACEO recepcionarão os visitantes, esclarecendo dúvidas e orientando sobre como cultivar orquídeas. Paralelamente, serão comercializadas orquídeas, adenium e outras plantas ornamentais.

O CENÁRIO: Pertencente à Universidade Federal do Ceará, a Casa de José de Alencar é um dos mais importantes equipamentos culturais do Estado.  Instalada em local aprazível – o Sítio Alagadiço Novo – ali funcionam a Pinacoteca Floriano Teixeira, Biblioteca Braga Montenegro, Museu Artur Ramos, Coleção Luísa Ramos, além do Centro de Treinamento Prof. Martins Filho e do Memorial do Escritor Cearense. Perfeitamente preservada, a casinha onde viveu o escritor José de Alencar pode ser visitada no local, assim como as ruínas do primeiro engenho a vapor do Ceará.

Publicações orquidófilas enriquecem a biblioteca da ACEO

Na "Orquidário", ampla matéria sobre o Catasetum.
Jornal do Orquidófilo
A Cattleya walkeriana é capa do "Jornal do Orquidófilo".

A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO) passou a receber mais duas publicações de excelente nível, que vêm enriquecer sua biblioteca. Trata-se da revista Orquidário, editada pela OrquidaRIO, a grande entidade orquidófila do Rio de Janeiro, e Jornal do Orquidófilo, recente lançamento do Círculo Orquidófilo de Uberaba (COUB).

Desde 1987, a OrquidaRIO Orquidófilos Associados publica a Orquidário, com quatro edições por ano, veiculando artigos de interesse geral para os amantes, cultivadores e estudiosos das orquídeas. Por apenas R$ 62,00 (taxa anual), os sócios por correspondência da OrquidaRIO recebem, pelo correio, quatro revistas, além dos boletins bimestrais. A inscrição pode ser feita através do site da entidade: www.orquidario.org

Em seu volume 23, nº 3, a Orquidário traz importante matéria sobre a “Geografia dos Catasetum”, de autoria de Luciano Henrique da Motta Ramalho. Na sequência, vêm: “Estudos sobre Alatiglossum culuenense Docha Neto & Benelli”, de Adarilda Petini-Benelli e Américo Docha Neto; “Identificação e descrição de orquídeas encontradas em fragmentos florestais da Região Norte do Paraná”, de Mariana Gabriela de Nadai e Sandremir de Carvalho; e “Ocorrência de orquidáceas do gênero Epidendrum L. na Restinga da Marambaia”, de Sylvio Rodrigues Pereira.

Já o Jornal do Orquidófilo, do COUB, enfoca, em seu nº 2, o tema da Cattleya walkeriana, que inspira uma série de trabalhos assinados por Fernando Terra Mazan, Mário Sérgio Bucchianeri Cunha, Alcides Cavasini Filho, André Luis Cavasini, Célio Dias Borges e Marco Antônio Gallo. O jornal traz também entrevista com a bióloga Lou Menezes, crônica (“Causos”) de Mário Arruda Mendes e uma galeria de fotos das mais diversas variedades de C. walkeriana.

Os membros da ACEO têm boa leitura garantida para os próximos dias. É só procurar a biblioteca.