Reunião 1502-04Reunião 1502-08Reunião 1502-05Reunião 1502-09Reunião 1502-01Reunião 1502-06A Associação Cearense de Orquidófilos abriu o calendário de reuniões de 2015, sábado passado, com um encontro dos mais simpáticos, concorridos e proveitosos. O quadro da ACEO se enriqueceu, na ocasião, com o ingresso de três novos associados, que receberam as boas-vindas da presidente Vera Coelho e de toda a diretoria. Como pano de fundo da confraternização, destacava-se no cenário uma coleção da mais bela orquídea brasileira, a nordestina Cattleya labiata, que atualmente se encontra em plena floração.

A reunião começou com Juliana Coelho oferecendo uma oficina de cultivo. Ela enfocou, em especial, as tarefas de dividir e plantar uma touceira de orquídeas. Ao apresentar os informes, Vera Coelho comentou alguns quesitos do Regimento da ACEO, recentemente registrado em cartório, e apresentou o Balanço Sintético de 2014. Rogério Sela fez interessante análise das orquídeas levadas pelos associados, e que apresentavam diversas variedades da C. labiata – tipo, alba, semialba, rubra e concolor – além de exemplares de Phalaenopsis e híbridos de Cattleya. (Algumas dessas flores, fotografadas por Juliana, ilustram a presente postagem.)

Vera Coelho transformou o horário da palestra em um bate-papo informal, com ela própria e os associados Thomaz, Estanislau e Rogério animando as discussões. A atividade se revelou bastante interativa e vários dos presentes comentaram questões como substrato, iluminação, adubação, envasamento, etc. Finalmente, foi feito o tradicional sorteio de plantas entre os associados, com duas mudas de labiata destinadas aos aniversariantes de janeiro e fevereiro. Uma médica cubana participou do encontro, como visitante, tendo revelado o propósito de continuar frequentando a ACEO. Por sua vez, filiaram-se à Associação: Aderaldo Gomes de Almeida, Maria de Lourdes Bezerra da Silva e Fernanda Cavalcante Fontenele.

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O encontro, em ambiente descontraído, serviu para reforçar os laços de amizade

O encontro, em ambiente descontraído, serviu para reforçar os laços de amizade

A Associação dos Orquidófilos e Bromeliófilos de Alagoas (AOBAL) comemorou, este mês, os 15 anos de sua criação. A festa, realizada no salão e buffet “Coma Bem”, em Maceió, iniciou-se com a benção do diácono Paulo, que ressaltou o fato de estarem todos reunidos não só para comemorar, mas principalmente agradecer o crescente de sucesso da entidade.

Em seguida, foram homenageadas todas as diretorias, com entrega do troféu “Luis de Araújo Pereira”, de hora ao mérito, em reconhecimento à contribuição de cada um dos presidentes. Também ganhou homenagem o associado benemérito Mírocles Cavalcante Alves, enquanto os demais membros da AOBAL foram distinguidos através da associada Lindinalva Lino, que recebeu uma placa representando a todos.

Camelita Bitencourt, de 94 anos, emocionou os presentes, ao relembrar os principais momentos desses 15 anos de história. No auge da festa, Maria Isabel Brandão Vilela de Holanda recebeu a placa que a distingue como Presidente de Honra da Associação. O título lhe foi atribuído em outubro de 2014. Como não poderia deixar de acontecer, num encontro de orquidófilos, belas mudas de orquídeas foram distribuídas entre os presentes.

A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO), através da presidente Vera Coelho, transmite ao presidente da AOBAL, Givanildo Holanda, votos de continuado êxito em sua gestão, que vem consolidando as importantes conquistas amealhadas pela entidade alagoana nos últimos 15 anos.

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Sacoila lanceolata (Aubl.) Garay - Serra da Aratuba - Foto Leonardo Jarles(Observação: Matéria revisada, em razão de equívoco na redação anterior.) A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO) acrescenta mais uma espécie à sua lista de orquídeas que ocorrem no Ceará. Trata-se da Sacoila lanceolata (Aubl.) Garay, fotografada pelo ambientalista Leonardo Jarles, durante excursão em Aratuba, no Maciço de Baturité.

Segundo o ativista ambiental e também pesquisador Marcelo Carvalho, que integrava o grupo, a planta terrestre foi encontrada recentemente, florida, em uma área fortemente degradada, que hoje serve de pasto para vacas.

O blog do Movimento Pró-Árvore já havia registrado, anteriormente, a presença dessa orquidácea na Serra do Camará, no município cearense de Caucaia. Marcelo Carvalho, ativo colaborador da ACEO, comenta que, há algum tempo, Antonio Sérgio F. Castro, um dos fundadores e idealizadores do Pró-Árvore, encaminhou a planta ao herbário EAC, enquanto Fábio de Barros atualizou no Flora do Brasil.

Veja a atual relação da ACEO em: Orquídeas do Ceará.

Sacoila lanceolata 02A Sacoila lanceolata (Aubl.) Garay destaca-se por sua ampla distribuição geográfica e capacidade de invadir ambientes perturbados. O nome vem do grego saccos, saco, e koilos, oco, em referência ao calcar formado pela base do labelo e sépalas laterais de suas flores.

Trata-se de orquidea terrestre de raízes carnosas, extremamente adaptáveis. Habita climas diversos, preferencialmente campos abertos arenosos e rochosos, cerrado, florestas abertas e pastos, onde recebem bastante sol. Existe em todos os países americanos excetuados Canadá e Chile, vegetando até 2.200 metros de altitude.

(As fotos que ilustram essa matéria são de Leonardo Jarles)

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Cattleya labiata semialba 'Marina' x 'Paccione'

Cattleya labiata semialba ‘Marina’ x ‘Paccione’

Cattleya labiata multiforme 'Lauck'

Cattleya labiata multiforme ‘Lauck’

Cattleya labiata 'Vera Cristina' x 'Borges'

Cattleya labiata ‘Vera Cristina’ x ‘Borges’

A Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO) realiza, no próximo dia 21 de fevereiro, sua primeira reunião ordinária de 2015. Em janeiro, como é tradicional, observou-se um recesso. Agora, as atividades são retomadas, alimentando-se a expectativa de que a entidade viva mais um ano produtivo, com crescimento continuado do seu quadro e muitas realizações. Este será, também, um ano em que se renova a Diretoria, o que acontecerá em Assembleia Geral a ser convocada para 18 de abril.

O calendário de reuniões de 2015 é o seguinte:

  • Fevereiro: dia 21
  • Março: dia 21
  • Abril: dia 18
  • Maio: dia 16
  • Junho: dia 20
  • Julho: dia 18
  • Agosto: dia 15
  • Setembro: dia 19
  • Outubro: dia 17
  • Dezembro: dia 19

O mês de novembro será dedicado à realização do FestOrquídeas, a grande exposição anual da ACEO, que chegará à sua 9ª edição.

As reuniões mensais continuarão acontecendo na Casa de José de Alencar (Avenida Washington Soares, 6055, em Fortaleza), com início às 15:30h. Esses encontros são abertos a todos os interessados em orquídeas – não é obrigatório associar-se. Contudo, no momento dos sorteios de plantas e outros brindes, somente os associados podem concorrer.

O VALOR DA ANUIDADE – O Art. 14º do Regimento da ACEO, aprovado em 2014, prevê que a contribuição anual paga pelos associados pode ser fracionada em até 12 mensalidades, não devendo jamais ultrapassar um valor correspondente a 15% do Salário Mínimo vigente no País. Assim, em 2015, a anuidade será de R$ 108,00 (cento e oito reais), o que corresponde a uma mensalidade de R$ 9,00. Associados infanto-juvenis pagarão 50% dessa quantia.

PARA O DIA 21 – Na reunião de fevereiro, serão retomadas as palestras e oficinas, com uma explanação de Juliana Coelho sobre transplante e divisão de touceiras de orquídeas. Várias mudas de Cattleya labiata já foram reservadas para o sorteio, que contemplará um dos aniversariantes de janeiro e outro de fevereiro, além de associados que estejam em dia com a tesouraria da entidade. Este mês, a C. labiata, que ilustra esta matéria com três belos clones, da coleção de um de nossos associados, está no auge da florada, esperando-se que um grande número de associados compareça à reunião com seus vasos floridos.

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Uma cortina de raízes denota o vigor das vandáceas de Inhotim.

Uma cortina de raízes denota o vigor das vandáceas de Inhotim.

Sob a proteção da treliça, as florações são abundantes.

Sob a proteção da treliça, as florações são abundantes.

Vera Coelho: o encantamento com Inhotim.

Vera Coelho: o encantamento com Inhotim.

A presidente da Associação Cearense de Orquidófilos-ACEO, Vera Coelho, visitou, dias 24 e 25 de janeiro, o Instituto Inhotim, em Minas Gerais, tendo dedicado horas à contemplação do Vandário, um dos mais belos espaços daquele extraordinário museu, considerado o maior e mais importante centro de arte ao ar livre da América Latina. No Vandário, Vera foi recebida por Mônica Fátima, uma das responsáveis pela instalação, que recebe preciosa orientação da orquidóloga Delfina de Araújo.

O Vandário recebe orientação de Delfina de Araújo.

Vandário tem orientação de Delfina de Araújo.

Segundo a Presidente da ACEO, ali são cultivadas, atualmente, cerca de 500 vandáceas, entre Vandas, Ascocendas, Rhynchostylis e Aerides. O local é muito ventilado e as instalações são cobertas de treliças de madeira, dispensando-se o sombrite. Vera comenta que “a proximidade de um lago garante elevada umidade do ar e o enraizamento das plantas é impressionante, formando uma verdadeira cortina”.

O Vandário foi inaugurado a 22 de março de 2014, sendo reservado à exposição de espécies e híbridos do grupo Vandaceous (ou Vandáceas), que compreende diversos gêneros originários do Sudeste Asiático e Austrália. São plantas que se desenvolvem facilmente em clima quente e úmido e suas flores, de variadas cores e texturas, têm extraordinária beleza.

O Vandário faz parte do projeto Jardim Botânico Temático. A intenção é inaugurar novos espaços de visitação botânica dentro do parque, para sensibilizar o público sobre a utilidade e o valor dos recursos vegetais. O Vandário é o segundo espaço temático do Instituto. Em setembro de2013, um Jardim de Pedras, inspirado nas paisagens desérticas do México, foi inaugurado ao lado do Viveiro Educador. Ali são encontradas espécies marcantes da vegetação dos países com clima desértico.

O INHOTIM – O Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil. Está localizado em Brumadinho, uma cidade de 30 mil habitantes, a apenas 60 quilômetros de Belo Horizonte. No ano passado, o parque foi eleito, pelo TripAdvisor, um dos 25 museus do mundo mais bem avaliados pelos usuários. Surgiu, em 2004, para abrigar a coleção de Bernardo Paz, empresário da área de mineração e siderurgia, proprietário de valiosa coleção de arte modernista, que incluía trabalhos de Portinari, Guinard e Di Cavalcante. Em 2006, o local foi aberto ao público, tendo se tornado, em pouco tempo, uma das mecas do turismo em Minas Gerais.

CURIOSIDADE ETIMOLÓGICA – Segundo os moradores de Brumadinho, o local foi uma fazenda pertencente a uma empresa mineradora que, no século XIX, atuava na região e cujo responsável era um inglês, de nome Timothy – ou “Senhor Tim”, que, na linguagem local, acabou virando “Inhô Tim”. Daí a atual grafia: “Inhotim”.

 

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Graziela, junto às orquídeas, no cantinho mais aconchegante de sua casa no Porto.

Graziela, junto às orquídeas, no cantinho mais aconchegante de sua casa no Porto.

A presidente da Associação Portuguesa de Orquidofilia (APO), Graziela Meister, conversou, na cidade do Porto, com o diretor de comunicação da ACEO, jornalista Italo Gurgel. Na entrevista, ela fala de sua paixão pelas orquídeas, que cultiva há mais de 45 anos.

Italo Gurgel – O que a levou a cultivar orquídeas? Quando isto aconteceu?

Graziela Meister – O que me levou a cultivar orquídeas foi sua beleza e formas singulares, que as distinguem de todas as outras plantas. Há 45 anos, encontravam-se muito poucas orquídeas em Portugal e isso também foi um desafio para mim. Tudo começou mais ou menos em 1967, quando costumava ir a um grande horto do Porto, que se chamava Moreira da Silva, e onde encontrei as primeiras orquídeas à venda. Nessa altura, só se vendia Paphiopedilum e Cattleya.

IG – Lembra-se de sua primeira orquídea? Ela ainda está com você?

GM - Sinceramente, não me lembro de minha primeira oruídea. Sei que era um Paphiopedilum, mas não sei a sua espécie. As orquídeas não vinham referenciadas e não havia os meios que hoje temos para as qualificar. Já não a tenho, nem me lembro o que lhe aconteceu. Vivi durante dez anos num apartamento e, quando mudei para a casa onde vivo hoje, já tinha construído nela duas estufas, uma temperada e outra quente. Na temperada, tinha muitos gêneros de plantas e as orquídeas coloquei-as todas na estufa quente, que era mesmo quente, sem os meios necessários para as orquídeas se sentirem confortáveis, daí perdi um grande número delas. A informação sobre orquídeas era mínima, só comecei a tê-la depois de comprar alguns livros da especia-lidade no estrangeiro.

IG - Quantas orquídeas você cultiva atualmente e onde estão elas?

Laelias e Cattleyas estão entre suas orquídeas preferidas.

Laelias e Cattleyas estão entre suas orquídeas preferidas.

GM – Atualmente, cultivo mais de 1.000 orquídeas, espalhadas por todo o jardim, numa estufa fria e numa espécie de jardim de inverno, que chamo de estufa quente. A maior parte das orquídeas em flor coloco-as num canto da sala envidraçada, para as poder admirar.

IG – Quanto tempo você dedica, diariamente, a suas plantas?

GM - Não estou muito tempo com as minhas orquídeas, ou pelo menos o tempo que eu desejaria estar. Na média, estou uma hora por dia, tendo o cuidado de ir verificando se têm alguma doença, para as tratar logo no início. Em alguns fins de semana ou quando não preciso dar aulas, aproveito para cuidar delas com mais minúcia.

IG - Quais são os gêneros/espécies (ou híbridos) de sua preferência?

GM - Todas as Cattleyas são para mim a rainha das orquídeas, mas aprecio muito a Laelia purpurata e os Lycastes.

IG - Hoje, quais os critérios que você observa quando vai adquirir uma nova planta?

GM - Ao adquirir novas orquídeas, dou especial atenção à temperatura que elas exigem e escolho principalmente as orquídeas oriundas de um habitat temperado.

IG – O que você faz para cultivar orquídeas tropicais no Porto, levando em conta as condições climáticas?

GM – Como vivo perto do mar, não tenho grande problema com as temperaturas baixas ou geadas. Geadas, não tenho mesmo. A zona onde vivo é uma grande estufa temperada. Todas as orquídeas que exigem mais calor, cultivo-as na estufa quente.

IG – O cultivo de orquídeas tem-se popularizado em Portugal?

Flores e presépios - duas paixões de Graziela Meister.

Flores e presépios – duas paixões de Graziela Meister.

GM – Com o decorrer dos anos, e especialmente com o trabalho que a Associação Portuguesa de Orquidofilia tem tido em levar ao público o ensinamento do cultivo de orquídeas, os hortos portugueses têm muito mais orquídeas à venda do que, por exemplo, seis anos atrás. Vamos, em 2015, realizar a 6ª Exposição/Venda Internacional de Orquídeas do Porto. Durante o ano, fazemos pequenas exposições nacionais, conforme os convites que recebemos, mas na primavera e outono estamos sempre presentes nas festas do Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa. Estamos a organizar a 1ª Exposição/Venda para o próximo outubro, em Lisboa, com a intenção de passarmos a fazer uma exposição internacional também naquela cidade.

IG - As orquídeas nativas de Portugal sofrem alguma ameaça em seu ambiente natural?

GM – As orquídeas nativas não correm muitos perigos. Há em Portugal uma associação de orquídeas silvestres, que se dedica só a esse tipo de orquídeas.

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O "ABC" foi ampliado e atualizado.

O “ABC” foi ampliado e atualizado.

Antecipando-se à atualização do seu site (www finaorquidea.com) a livraria virtual Fina Orquídea Livros anuncia a disponibilidade de alguns livros considerados raros e importantes na formação de uma biblioteca básica. Também informa sobre o relançamento do “ABC do Orquidófilo de uma, várias ou muitas orquídeas”, de autoria do Prof. René Rocha. Ampliada e atualizada, essa obra chega à sua segunda edição. Para obter mais informações, os interessados em adquirir os livros devem entrar em contato diretamente com a livraria, através de um dos seguintes endereços: contato@finaorquidea.com e livros@finaorquidea.com

Entre os livros raros atualmente disponibilizados pela Fina Orquídea, estão:

Livro resultou de uma pesquisa de 30 anos.

Livro resultou de uma pesquisa de 30 anos

“Orchidaceae Brasiliensis”, de Guido Pabst & Dungs. Obra imprescindível para o conhecimento das orquídeas brasileiras. É considerado um dos mais importantes livros editados no Brasil sobre orquídeas, sendo o resultado de 30 anos de estudo. Editado na década de 1970, além de listar perto de 2.300 espécies então conhecidas e descritas, apresenta 285 ilustrações a cores dos segmentos florais de muitas espécies, da autoria de Margaret Mee e Samuel Salvado, além de 575 desenhos a bico de pena. Editado em Português, Inglês e Alemão.

“Flora Brasílica” (coleção completa), de F.C. Hoehne. Todos os volumes da família Orchidacaea (5 volumes). Bom estado de conservação. O livro traz 681 pranchas (128 coloridas). Indispensável para quem quer conhecer a flora orquidácea brasileira. Apesar de antigo, um dos mais completos estudos nessa área

“Native Orchids of Brazil”, de H.D. Bicalho e J. Miura. Livro raríssimo, mostra orquídeas em habitat e em cultivo. Variedades e clones de Sophronitis. Tamanho: 22 x 34 cm, 365 páginas. Edição da AOSP (Associação Orquidófila de São Paulo).

The Brazilian Bifoliate Cattleyas and their Color Varieties”, de J.A. Fowlie. A mais completa monografia sobre as espécies brasileiras de Cattleyas bifoliadas. Para cada espécie tratada, há informações sobre sinônimos, literatura pertinente, história, discussão, descrição detalhada, cores, habitats e variedades, ilustrado com fotos e com desenhos.

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Faleceu domingo, dia 28, no Recife, o orquidófilo Odilon Pereira da Cunha, membro fundador e ex-presidente da Associação Orquidófila de Pernambuco (ASSOPE). O velório e cremação aconteceram, na manhã desta segunda-feira, no Cemitério Morada da Paz, numa cerimônia com a presença dos familiares.

Odilon foi idealizador e fundador do ORQUIS – Centro de Orquídeas de Pernambuco, instituto de pesquisa em orquidáceas, mantenedor de uma coleção riquíssima, considerada uma das melhores e mais diversificadas coleções de orquídeas da América do Sul. Ali são cultivados, atualmente, 186 gêneros e 836 espécies, perfazendo mais de seis mil exemplares.

Pesquisador com inúmeros trabalhos em prol da orquidofilia pernambucana, Odilon projetou o orquidário do Jardim Botânico do Recife, o orquidário da Universidade Federal de Pernambuco e da reserva Tapacurá (reserva Prof. Vasconcelos Sobrinho). Foi consultor técnico do primeiro laboratório de cultura vegetal a realizar clonagem na América do Sul, o Equilab-Campinas, e colaborou com o Orquidário Nacional do IBAMA, Projeto Orquídeas do Brasil, desenvolvido pela orquidóloga Lou Menezes. Também prestou consultoria em nível internacional.

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