ACEO: primeira reunião informal do ano foi um sucesso

ACEO, reunião informal
Os sorteios e bingos foram realizados à sombra dos cajueiros.

A Associação Cearense de Orquidófilos realizou, no último sábado, 28 de janeiro, sua primeira reunião informal de 2017, que aconteceu no sítio do casal Italo Gurgel e Tereza Neuma, no Eusébio, região metropolitana de Fortaleza. Com uma profusão de brindes, todos os participantes saíram com alguma planta conquistada em bingos e sorteios, além de outros regalos oferecidos pela ACEO e por alguns associados.

C. labiata var. rosada ‘Donana’, florida na ocasião.

Na ocasião, também foram comercializadas plantas, defensivos e variados implementos do interesse dos orquidófilos. Outra atração do encontro foi a visita ao orquidário do Prof. Italo, onde um grande número de orquídeas – principalmente Cattleya labiata – estavam abertas, o que motivou dezenas de selfies diante das rubras, semialbas, tipo e amesianas. Os associados mais experientes ainda tiveram ocasião de partilhar conhecimentos com aqueles recém-chegados ao mundo das orquídeas.

C. labiata var. rubra ‘Pacoti’, também aberta no sábado.

No intervalo dos sorteios, a presidente Juliana Coelho colocou em discussão, rapidamente, temas do interesse da Associação. Arrematando o programa, uma larga mesa oferecia bolos de diversas espécies, torta salgada, pães variados, sanduíches, patês, queijos, além de refrigerantes, água mineral e meia dúzia de sucos diferentes. Complementando o capítulo gastronômico, os visitantes incursionaram sob as mangueiras, em plena safra, deliciando-se com os doces frutos.

Ao longo de toda a manhã, cerca de 40 membros da ACEO, alguns deles acompanhados de familiares, passaram pelo local, alimentando o permanente clima de confraternização. Todos se revelaram ansiosos para que se programe um novo encontro semelhante.

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Associação Portuguesa convida para sua 9ª Exposição/Venda Internacional

Orquídeas Portugal
Dendrobium premiado na 7ª Exposição do Porto. (Foto: APO)

Se você pretende visitar Portugal na primavera, coloque em sua agenda a Exposição/Venda Internacional de Orquídeas do Porto, que chega este ano a sua oitava edição. A grande mostra, reunindo orquidários de vários países, acontecerá entre os dias 31 de março e 2 de abril, no Exponor (Leça da Palmeira – Matosinhos).

Para Graziela Meister, presidente da Associação Portuguesa de Orquidofilia (APO), a exposição se fortalece a cada ano, atraindo, sempre, milhares de pessoas que amam as orquídeas e as flores em geral. Como existem muitas dúvidas e desinformação relacionadas às orquidáceas, a APO realizará, paralelamente, uma série de palestras abertas ao público.

A edição deste ano contará com a presença de 11 expositores/vendedores portugueses e 10 estrangeiros (Alemanha, Brasil [2], Equador, Espanha, Peru e Taiwan [4]). Também estarão representados no Exponor diversos projetos e organizações que trabalham na área da botânica.

PARA PARTICIPAR

Os cultivadores que desejam levar plantas para expor devem atentar para as seguintes datas: as orquídeas serão recebidas nos dias 29 (entre 10:00h e 18:00h) e 30 de março (de 10:00h às 16:00h). Elas devem estar identificadas, sem etiquetas numéricas ou o nome do cultivador. Na ocasião, o colecionador receberá uma ficha a ser preenchida com um breve descritivo das orquídeas que entregou. A apresentação dessa ficha será necessária no momento de recolher as plantas, no dia 2 de abril, após as 19:00h.

As plantas expostas serão avaliadas por um júri experiente e internacionalmente reconhecido, formado por Luís Pedrosa, Carlos Espejo, Alex Portilla e Manolo Areas. Os exemplares premiados serão distinguidos com troféus a serem entregues durante jantar de confraternização marcado para as 20:00h do dia 31 de março.

A mostra estará abertas, nos três dias, entre 10:00h e 19:00h. Será cobrado ingresso no valor de três euros, mas a entrada é gratuita para os associados da APO que estiverem com suas quotas em dia.

Para mais informações, entre em contato com a APO: [email protected]

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Orquidário da UFC convida para sua primeira oficina de cultivo de 2017

O Orquidário da Universidade Federal do Ceará realiza, no próximo sábado, dia 14, seu primeiro evento oficial do ano novo: duas oficinas sobre plantas ornamentais que podem ser cultivadas em ambiente interno, ambas a cargo do Prof. Roberto Jun Takane. A primeira acontece às 8:30h; a segunda, às 10:00h. Para inscrever-se, o participante doa dois quilos de alimentos não perecíveis. O material arrecadado se destinará, este mês, ao Lar Torres de Melo.

O Orquidário fica no Campus do Pici, em Fortaleza, com entrada pela Rua Humberto Monte. O estacionamento é amplo e gratuito. Para obter mais informações, os endereços de contato são: [email protected] ou [email protected]

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Floração da Cattleya labiata Lindl., em orquidário do Ceará, no ano de 2016

Floração da Cattleya labiata

2016 foi um ano atípico (também) em meu orquidário, instalado na cidade de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. O local é um tabuleiro arenoso, a 25m do nível do mar e a 15 km da costa em linha reta. Ventos constantes, temperatura média anual de 23 a 32 graus, e umidade relativa média de 78,8%.

Se, por um lado, o Sertão cearense sofreu com o quinto ano consecutivo de seca, no litoral choveu bastante, no ano que passou. Em abril, uma precipitação de 150 mm, no Eusébio, causou grandes estragos no orquidário, o que me convenceu a mudar sua localização. A estrutura, que ficava na margem de um riacho, foi desfeita e reerguida a curta distância, porém em local mais alto e seguro. Durante os 15 dias da mudança, as plantas ficaram amontoadas e padeceram com a precariedade de sua moradia temporária. Houve perdas importantes.

Tsunami no orquidário: aqui ficavam os vasos com as orquídeas terrestres.

Apesar do triste episódio, o registro das florações, que faço religiosamente, há vários anos, manteve padrão semelhante ao dos anos anteriores, com uma curva ascendente, que começa em novembro; um pico em fevereiro; e uma curva descendente, com oscilações, que atinge os limites mínimos entre o segundo e o terceiro trimestres. Jamais se passou um único mês sem que houvesse labiatas floridas.

Minha coleção de C. labiata Lindl. está hoje com 170 plantas adultas, das quais 123 lançaram flores em 2016, totalizando 183 florações. O gráfico revela esse desempenho, mês a mês, traduzindo os seguintes números:

  • Janeiro – 22 (12,02%)
  • Fevereiro – 55 (30,05%)
  • Março – 20 (10,93%)
  • Abril – 14 (7,65%)
  • Maio – 6 (3,28%)
  • Junho – 5 (2,73%)
  • Julho – 11 (6,02%)
  • Agosto – 5 (2,73%)
  • Setembro – 10 (5,46%)
  • Outubro – 2 (1,09%)
  • Novembro – 13 (7,10%)
  • Dezembro – 20 (10,93%)

Prof. Italo Gurgel (jornalista, membro da Associação Cearense de Orquidófilos-ACEO)

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Bibliografia orquidófila se enriquece com “Orquídeas no Portal do Pantanal”

Orquídeas no Portal do Pantanal
A capa do livro é ilustrada com a Prosthechea marciliana.

Os amantes e estudiosos das orquídeas têm mais um livro para colocar em sua cabeceira: a editora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) está lançando “Orquídeas no Portal do Pantanal”, de autoria de Marcílio Lopo. Em um trabalho gráfico de fino acabamento, papel couché, são apresentadas fotos (coloridas, em página inteira) e descrição sucinta de 70 espécies encontradas na Região Norte do Mato Grosso do Sul.

Marcílio, funcionário da UFMS, é autodidata no terreno da Botânica, mas, como resultado de uma paixão pessoal, estuda e cultiva orquídeas desde 1999, quando se encantou com um Catasetum osculatum, encontrado na fazenda de um amigo, no município de Sonora (MS). Desde então, não parou mais de percorrer os diferentes ecossistemas da região onde vive e trabalha. Em 2007, descobriu e apresentou ao mundo científico uma nova espécie, o Anacheilium marcilianum, mais tarde rebatizado de Prosthechea marciliana. A catalogação foi feita por Marcos Campacci e apresentada na revista “Coletânea de Orquídeas Brasileiras – Novas Espécies e Híbridos Naturais”.

A apresentação de “Orquídeas no Portal do Pantanal” é feita por Juarez Pereira, que foi presidente da Associação Campograndense de Orquidófilos e colaborou substancialmente com a pesquisa de Lopo. No prefácio, a engenheira florestal e bióloga Lou Menezes comenta que o trabalho resulta da “dependência emocional do autor pelas orquídeas e de sua abnegada luta pela preservação da natureza”. Ela considera a obra inédita e primorosa, louvando o fato de o autor, um servidor público federal, aproveitar os finais de semana para “abraçar, como autodidata, a nobre causa do conhecimento sobre as orquídeas brasileiras”.

Para contatos com a Editora da UFMS, dirigir-se a:

Coordenadoria de Editora e Gráfica – Portão 14 – Estádio Morenão – Campus da UFMS / Fone: (67) 3345.7200 – Campo Grande – MS / e-mail: [email protected]

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Cattleya intermedia, a flor que habita o coração dos gaúchos

Cattleya intermedia
Cattleya intermedia flâmea. (Foto: Ernani Baier)

Somente quem vive no Sul do Brasil sabe da inclemência do inverno nesta região. O “sulista” sofre com frio, chuva, dias nebulosos e o famoso vento “minuano”. E é com alegria e esperança renovada que recebe as primeiras “floradas” de Cattleya intermedia: significa que o pior do inverno já passou e a primavera não está mais tão longe.

A Cattleya intermedia, na natureza, aparece na região entre o Rio Grande do Sul até início de São Paulo, sendo menos comum no Paraná. Sua ocorrência costuma ser na proximidade de rios, lagoas, regiões com água. É a flor de maior apreciação no Rio Grande do Sul, havendo inclusive discussões se não deveria ser a flor símbolo do Estado.

Muitos orquidófilos fazem seus cruzamentos e semeaduras, sendo que anualmente surgem muitas flores com formas de colorido e nuances diferentes, existindo atualmente uma miríade de plantas com formato de cores diferenciadas, o que levou ao questionamento, por parte de alguns orquidófilos, se não seriam híbridos. De qualquer forma, é uma flor onde o processo de melhoramento e seleção está em estágio avançado, existindo uma grande procura pela flor “perfeita”. Sem falar do uso de outros mecanismos “mais avançados” de melhoramento da forma e tamanho da flor.

No Rio Grande do Sul, as exposições de intermedia acontecem entre meados de agosto e meados de outubro. É comum que no mesmo final de semana ocorra mais de uma exposição, dada a quantidade de associações que existem no Estado. Entre as associações mais antigas, temos a Associação Santacruzense de Orquidófilos, em Santa Cruz do Sul – na região central do Estado. Esta associação foi fundada em 20 de Julho de 1951, sendo que em 2016 realizou a 45ª exposição de Cattleya intermedia, nos dias 3 e 4 de Setembro, nos pavilhões do Parque da Oktoberfest. Houve mais de 700 plantas expostas e a Diretoria da entidade estima o número de visitantes, durante os dois dias do evento, superior a 5.000 pessoas. Como não existe cobrança de ingresso, não se tem o controle do número de visitantes.

Uma exposição de Cattleya Intermedia sempre reúne expositores e visitantes de vários municípios situados nas proximidades, sendo uma oportunidade de os amigos da orquidofilia se encontrarem para apreciar Cymbidiuns, Dendrobiuns, Cattleyas e muitas outras espécies. Sem falar do aprendizado sobre substratos, adubação e métodos de cultivo.

Na sequência compartilhamos algumas fotos de plantas da exposição e outras que floriram no orquidário do autor.

Saudações orquidófilas,

Ernani Baier, de Santa Cruz do Sul – RS – Novembro de 2016.

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Londrina convida para sua 22ª Exposição Nacional de Orquídeas

Logo CNPOO Círculo Norte-Paranaense de Orquidófilos (CNPO) realiza, entre os dias 9 e 11 de dezembro, a 22ª Exposição Nacional de Orquídeas de Londrina, que acontecerá paralelamente à 4ª Exposição Nacional de Cattleya leopoldii. O cenário da mostra, que integra as comemorações do aniversário de Londrina, é o salão principal da Sociedade São Vicente de Paulo, na Av. Madre Leônia Milito, 499. Durante o evento, com entrada franca, o CNPO arrecadará fraldas geriátricas, a serem entregues ao abrigo que ali funciona. A exposição recebe apoio da Coordenadoria das Associações Orquidófilas do Brasil (CAOB).

São os seguintes os orquidários que estarão presentes, comercializando variadas espécies e híbridos de orquídeas, além de insumos do interesse dos orquidófilos:

  • Mundo NPK – de Ibirá (SP)
  • Orchidcastle – de Guararema (SP)
  • Yoshi – de Piedade (SP)
  • Bela Vista Orchids – de Assis (SP)
  • Emnuel – de Várzea Paulista (SP)
  • Orquidário da Serra – de São Pedro (SP)
  • Progresso – de Maringá (PR)
  • Nova Londres – de Londrina (PR)
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