Waldir ministra oficina de cultivo de orquídeas, durante o II FestOrquídeas de Fortaleza. Não houve cadeiras suficientes para um público tão numeroso e muitos se sentaram no chão… sem reclamar.
Na premiação do II FestOrquídeas, Waldir entrega o troféu “Labiata de Ouro” a Mirian Feijó.
Um dos fundadores da Sociedade Cearense de Orquidófilos (mais tarde rebatizada de Associação Cearense de Orquidófilos – ACEO), o engenheiro agrônomo Waldir Lima Leite traz no sangue a seiva das orquídeas. Ou, mais precisamente, da Cattleya labiata, espécie da qual se considera “um preservador”. Paraense, criado em Pernambuco e adotado pelo Ceará, testemunha dos primeiros anos do movimento orquidófilo no Nordeste, na década de setenta, ele narra aqui um pouco dessa história e reparte sua experiência no trato das plantas.
ACEO – Quem contribuiu para o surgimento da orquidofilia no Ceará?
Waldir Lima Leite – O norte-americano Arthur Peterson foi o idealizador da Sociedade Cearense de Orquidófilos, fundada em 1977. As primeiras reuniões aconteciam na casa dele. Foi ele quem agrupou as pessoas, quem liderou naquele momento.
ACEO – Como foi que a SCO atuou nos primeiros anos?

