Ariel Molinari, residente em Curitiba, é médico ginecologista e obstetra, formado em 1964 pela Universidade Federal do Paraná. Hoje, aposentado, dedica-se, com extraordinário sucesso, ao cultivo de orquídeas. As imagens daqueles clones perfeitos, que ao longo dos anos foram sendo aprimorados em seu orquidário, ele as compartilha, com os amantes das orquidáceas, no Facebook e nas listas de discussão, como a do Yahoogrupos. As fotos quase sempre são feitas sobre fundo esverdeado e fora de foco, o que realça a beleza das flores em primeiro plano.
A Cattleya labiata é, confessadamente, a flor preferida do Dr. Molinari: “Tirante algumas poucas intermedias, purpuratas e anceps, pode-se dizer que sou um amante exclusivo das labiatas”. É nelas que o médico-orquidófilo concentra seus cuidados, paciência e apurada técnica, procurando selecionar a flor perfeita. “Ainda procuro uma caerulea do meu agrado. Quem sabe, algum dia chego lá!”, comenta. O grau de perfeição a que já chegaram os clones por ele selecionados é perfeitamente visível na coleção de fotos que se segue e que contempla diferentes variedades da “Rainha do Nordeste”, todas batizadas com sugestivos nomes clonais.










Está agendada para o período de 8 a 12 de novembro de 2017 a 22ª World Orchid Conference -WOC, a se realizar na cidade de Guayaquil, Equador. Interessados em participar já podem inscrever-se, beneficiando-se com o valor das taxas, que será reajustado na medida em que se aproximar a data do evento.
Acaba de chegar mais um exemplar do “Lusorquídeas” para a biblioteca da Associação Cearense de Orquidófilos-ACEO. O boletim oficial da Associação Portuguesa de Orquidofilia-APO circula em seu Volume VII, Nº 03, trazendo variados temas do mundo das orquídeas, a começar por um artigo de Graziela Meister sobre o gênero Encyclia. Uma bela Encyclia cordigera, cultivada e fotografada por Américo Pereira, ilustra a capa.
O Boletim ACEO, editado pela Associação Cearense de Orquidófilos, está circulando em sua 50ª edição, que foi distribuída, entre os associados, na reunião ordinária deste mês. O nº 01 da publicação saiu em 21 de abril de 2007, quando a ACEO estava ressurgindo, após vários anos de inatividade. Sua coleção completa representa um registro fiel do que aconteceu de mais importante, na entidade, nesses oito anos.




