Em presença da reportagem da TV Verdes Mares, representantes da ACEO fizeram a entrega dos alimentos.
O propósito era atrair o público idoso para o 4º FestOrquídeas de Fortaleza. Ao mesmo tempo, procurou-se sensibilizar as pessoas para uma causa social. Assim, durante todas as oficinas ministradas durante a exposição, sugeriu-se aos participantes a doação de alimentos. O material arrecadado foi entregue, esta semana, ao Lar Torres de Melo, que abriga idosos oriundos de famílias carentes.
A entrega foi feita pela vice-presidente da Associação Cearense de Orquidófilos-ACEO, Vera Coelho, que estava acompanhada da diretora de eventos, Juliana Coelho, e da 1ª secretária, Teresinha Gomes. Presente, também, o jornalista Luiz Esteves, reporter da TV Verdes Mares. Recebida pela assistente social Laís, a comitiva da ACEO percorreu a instituição e conversou com vários dos internos ali abrigados. Conheceu o ateliê de trabalhos artesanais, onde as habilidosas moradoras da casa mostraram seus trabalho, assim como a farmácia viva, que fornece ervas para os chás e onde são produzidos xaropes e lambedôs com plantas medicinais.
À sombra do Dragão do Mar, os jovens se encontram... e paqueram.Espaços variados abrigam a arte e a cultura. Aqui, o Planetário.Rico conjunto arquitetônico emoldura o Dragão. À noite o local se transforma em um dos "points" mais animados da cidade.
O FestOrquídeas, que este ano teve sua quarta edição, realiza-se no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza. Belo e gigantesco complexo de edificações, mantido pelo Governo do Estado, o Dragão se constitui em um dos mais importantes espaços culturais do País.
São 30 mil metros quadrados de área, para se vivenciar a arte e a cultura, com atrações como o Memorial da Cultura Cearense, o Museu de Arte Contemporânea, o Teatro Dragão do Mar, as salas de cinema do Espaço Unibanco, o Anfiteatro Sérgio Mota, o Auditório e o Planetário.
A proposta desses equipamentos é manter uma programação artístico-cultural sempre diversificada, inovadora e de alta qualidade. Democratizado, o Dragão do Mar possibilita à população de baixa renda acesso aos bens simbólicos ofertados. Assim é que alunos das escolas públicas e moradores de comunidades carentes visitam gratuitamente o Memorial, o Museu e o Planetário, desde que agendem previamente. Aos domingos a visitação ao Memorial e ao Museu é gratuita para toda população. Por sua vez, a maioria dos eventos musicais é aberta ao público. Quando não, são cobrados preços simbólicos.
Em todas as edições do FestOrquídeas, o acesso à exposição e a participação nas palestras e oficinas foram inteiramente grátis. Em algumas ocasiões, a ACEO sugeriu a doação de alimentos, que repassou a instituições de caridade.
Uma grande exposição como o FestOrquídeas, com cerca de 10 mil visitantes em três dias, deixa um legado de belas imagens que traduzem a dimensão do evento. Segue-se uma seleção de fotos:
Na bancada das labiatas, uma mensagem da ACEO alertava para a necessidade de se proteger uma das mais belas orquídeas brasileiras.As orquídeas fizeram a festa dos fotógrafos. Um clube de fotógrafos amadores fez questão de visitar a mostra.No Ateliê das Artes, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a ACEO criou um belo cenário para a exposição.A ACEO valeu-se de algumas estratégias para arrecadar recursos: havia muitas contas a pagar.No orquidário comercial convidado (Flores do Lago, de Minas Gerais), variada oferta de flores.Com zelo e dedicação, membros da ACEO cuidaram das plantas, enquanto davam a melhor acolhida aos visitantes.O troféu que distinguiu os primeiros lugares, a "Labiata de Ouro", foi distribuído em cinco categorias.Em um estande especial, foi lançado o livro "Cultivo moderno de orquídeas - Cattleya e seus híbridos". Um dos co-autores é o Prof. Roberto Takane, membro da ACEO.Nem só de orquídeas se faz o FestOrquídeas. Também o adenium teve lugar de destaque na exposição.A boneca "Aceolinda" exibiu diversos produtos da grife ACEO: boné, camisa, avental, bolsa, caneta e mousepad.
Orgulhoso, Edmilson exibe o troféu e a flor campeã.Blc. Chunyeah '#17"
Uma vistosa Brassolaeliocattleya – a Blc. Chunyeah ‘#17’ – recebeu 20% dos votos emitidos pelos visitantes do 4º FestOrquídeas de Fortaleza, conquistando o Prêmio Gerardo Carvalho. Seu cultivador, Edmilson Costa, sagrou-se o grande campeão da exposição, arrebatando nada menos de três “Labiatas de Ouro”, o valioso troféu outorgado pela Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO). Não por acaso, Edmilson foi também o associado com maior número de vasos expostos, num total de 32. Anteriormente, ele já havia sido distinguido com os troféus destinados ao primeiro lugar nas categorias “Melhor Cattleya labiata” e “Melhor Híbrido”.
O resultado da votação popular foi anunciado domingo, dia 14, a poucas horas do encerramento do FestOrquídeas. Diante da beleza das flores, os visitantes se dividiram. Cinquenta e sete orquídeas foram votadas, mas a Blc. Chunyeah ficou bem à frente de todas as demais, destacando-se na preferência do grande público. O Prêmio Gerardo Carvalho, cujo nome homenageia um dos pioneiros da orquidofilia no Ceará, contempla apenas o primeiro colocado.
Uma série de oficinas, realizadas durante o 4º FestOrquídeas de Fortaleza, movimentou a grande festa anual dos amantes das orquídeas no Ceará. Foram quatro oficinas de cultivo de orquídeas, ministradas por Marco Aurélio, Juliana Coelho e Waldir Leite, da Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO), e por Gerson Paiva, do Círculo Potiguar de Orquidófilos (CPO). Além dessas, aconteceram as oficinas de produção de artefatos de arame, a cargo de Francisco Furtado Filho, da Sociedade Orquidófila de Belo Horizonte (SOBH); tutoramento de orquídeas, oferecida por Agnaldo José do Nascimento, do Orquidário Flores do Lago; semeadura, cultivo e poda de adenium, ministrada por Vera Coelho e Juliana Coelho; e utilização de adenium no paisagismo, com Júlio César de Sousa.
A participação nas oficinas – todas elas reunindo um público numeroso e atento – era gratuita, mas a ACEO sugeria a doação de alimentos não perecíveis. O material recolhido será repassado ao Lar Torres de Melo, que abriga idosos em Fortaleza.
Seguem-se imagens das oficinas:
Cultivo de Orquídeas com Marco Aurélio (ACEO)Cultivo de Orquídeas com Gerson Paiva (CPO)Cultivo de Orquídeas com Juliana Coelho (ACEO)Cultivo de Orquídeas com Waldir Lima Leite (ACEO)Acessórios de arame com Francisco Furtado Filho, Shyko (SOBH)Tutoramento de orquídeas com Agnaldo Nascimento (Flores do Lago)Cultivo de Adenium com Vera e Juliana Coelho (ACEO)Adenium no Paisagismo com Júlio César (ACEO)
No FestOrquídeas, um grito de alerta: salvem a Cattleya labiata.Uma torre de Oncidium saúda os visitantes da exposição.
Milhares de pessoas visitaram nessa sexta-feira, 12, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, onde foi aberto o 4º FestOrquídeas de Fortaleza. A exposição, promovida pela Associação Cearense de Orquidófilos (ACEO), reúne cultivadores do Ceará e Rio Grande do Norte, que presenteiam o público com uma rica variedade de espécies e híbridos, criando um espetáculo de beleza rara.
A aberturtura se deu às 16h, logo após o julgamento das flores. O troféu “Labiata de Ouro” foi outorgado, desta vez, em quatro categorias – Melhor Espécie Brasileira, Melhor Espécie Estrangeira, Melhor Cattleya labiata e Melhor Híbrido. Por decisão da Comissão Julgadora, deixou de ser concedido o troféu de Melhor Espécie Botânica. No terceiro e último dia do FestOrquídeas, será definido o ganhador do Prêmio Gerardo Carvalho, cuja escolha é feita por voto popular.
A programação para o segundo e terceiro dias da exposição prevê quatro oficinas de cultivo de orquídea, a serem ministradas às 10h e às 17h. A participação é gratuita e não se faz necessário inscrever-se. A ACEO, entretanto, sugere aos participantes que levem um pacote de leite em pó ou de outro alimento não perecível. O material arrecadado será entregue ao Lar Torres de Melo.
A ACEO lança, no 4º FestOrquídeas de Fortaleza, um grito de alerta contra o desmatamento das serras úmidas cearenses e contra o comércio criminoso de orquídeas do mato, práticas que colocaram em risco de extinsão um dos principais tesouros da flora brasileira – a Cattleya labiata Lindl.
Segue-se o resultado da premiação do 4º Fest Orquídeas.
Melhor Espécie Brasileira
1º lugar – Laelia purpurata (Vera Coelho – ACEO)
2º lugar – Cattleya loddigesii (Edmilson Costa – ACEO)
3º lugar – Oncidium baueri (Vera Coelho – ACEO)
Melhor Espécie brasileira: Laelia purpurata
Melhor Espécie Estrangeira
1º lugar – Dendrobium hercoglossum (Selene Costa Garcia e Gerson de Paiva Reis – CPO)
2º lugar – Epidendrum primatocarpum (André Boussaingault – ACEO)
3º lugar – Dendrobium ondulatum (Selene Costa Garcia e Gerson de Paiva Reis – CPO)
Melhor Espécie Estrangeira: Dendrobium hercoglossum
Melhor Cattleya labiata
1º lugar – Cattleya labiata tipo (Edmilson Costa – ACEO)
2º lugar – Cattleya labiata tipo (Vera Coelho – ACEO)
3º lugar – Cattleya labiata tipo (Edmilson Costa – ACEO)
Melhor Cattleya labiata
Melhor Híbrido
1º lugar – Phalenopsis (Edmilson Costa – ACEO)
2º lugar – Blc. Campobello ‘Mendenhall’
3º lugar – Lc. Loog Tone ‘Golden Apple’ (Daniel Gomes – ACEO)
A Associação Cearense de Orquidófilos formou uma Comissão Julgadora altamente qualificada, que apontará as melhores plantas levadas ao 4º FestOrquídeas. Aos vencedores, está destinado o trofeu “Labiata de Ouro”. Trata-se de uma peça criada, especialmente para a ACEO, pela artista plástica Aurinete Porto (http://aurineteporto.com.br). Cada troféu é por ela trabalhado individualmente, o que o transforma em peça única – não existem dois iguais. Isto, evidentemente, agrega significado ainda maior a seu valor simbólico e material.
No 4º FestOrquídeas de Fortaleza, será premiada, pela primeira vez, a Melhor Cattleya labiata. A criação dessa categoria se impunha, pelo fato de a labiata ser uma das mais belas orquídeas brasileiras e ter o Ceará como um dos seus berços. As demais categorias de premiação ficaram assim definidas: Melhor Espécie Nacional, Melhor Espécie Estrangeira, Melhor Híbrido e Melhor Espécie Botânica. Cada um desses grupos distinguirá os três primeiros lugares. Também será atribuído o Prêmio Gerardo Carvalho (premiação única), destinado à planta escolhida pelo público como a melhor da exposição.